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AQUA T3

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Em entrevista especial a Miquelina Alves, sócia-gerente da Brukinag foi-nos apresentada a sua nova marca “Aqua T3”:

A empresa Famalicense Brukinag, que actua na área da metalomecânica, acaba de lançar no mercado a sua marca “Aqua T3”, com equipamentos sanitários inovadores, que consiste em prateleiras multi- funções com 3 saídas: sabão líquido, água e secador das mãos. No entanto, para enfrentar este período atípico e sem precedentes, desenvolveu e criou mais produtos para oferecer um leque mais alargado e abrangente de forma a combater a actual situação sanitária. Assim, aproveitou todo o Know-How e toda a tecnologia desenvolvida, e criou o modelo: “Basic Box”, conseguindo assim, fazer face à actual realidade em que vivemos, colocando também a saída do Álcool Gel, de modo a colmatar o flagelo Social. Todos os equipamentos são automáticos, tendo por base sensores para evitar toque nas superfícies e permitir uma correta e completa higienização das mãos. Todos os equipamentos são de inox de qualidade, para garantir aos seus clientes e utilizadores as normas de higiene estabelecidas pelas entidades competentes.

Ideal para sítios públicos, salientando que já existem Hipermercados equipados com os nossos equipa- mentos.
Começamos por perguntar, Como nasceu o projecto “Aqua T3”?

“Há cerca de um ano atrás, numa viagem de negócios ao estrangeiro, tivemos várias reuniões com arquitectos e pessoas ligadas à Construção Civil entre outras entidades e chegamos à conclusão que era do interesse comum a necessidade da inovação na área sanitária. Reforçaram e direcionaram esta procura para algo novo para os WC`s públicos, para o bem-estar geral e saúde pública. Trouxemos então esta necessidade na “bagagem” para desenvolver e trazer para o nosso país também algo novo, diferente e enriquecedor, quer a nível tecnológico, quer a nível de design.

Assim, num conjunto de ideias discutidas pela equipa, a empresa começou a trabalhar nesse senti- do, criando um gabinete de desenvolvimento de produto, começando assim a desenvolver um equipamento que permitisse reunir todas as funções necessárias para uma correta e completa higienização das mãos, num só espaço. O primeiro equipamento contempla 3 saídas automáticas: saída gel líquido, água e secador. E assim nasceu a marca “Aqua T3”, são 3 funções num só equipamento.

Como é que a Brukinag enfrentou e enfrenta este período pandémico?

A Brukinag, como toda a indústria, teve que se adaptar a todos os níveis, quer a nível de prevenção com medidas novas ao combate do Covid para conseguir laborar em segurança, quer a nível de produção. Assim, ano passado quando iria ser lança- do em Março 2020 o equipamento
Aqua T3, explodiu a pandemia e “obrigou-nos” a cancelar o seu lançamento, assim como, viagens já programadas para a implementação em mercados externos. O primeiro equipamento tem secador, função esta inibida actualmente nos espaços públicos. No entanto, surgiu-nos a ideia de aproveitar todo o Know-How já investido no projecto e redirecionamos o projecto para esse sentido.

Então quer dizer que surgiu novos produtos para combater a atual situação sanitária, sinal de reajustamento e procura de novos de mercados?

No que diz respeito aos mercados, eles continuam os mesmos, simplesmente esta situ- ação que levou a um flagelo social e mundial, suscitou a necessidade de incorporar mais uma função para além das já existente, a saída do desinfectante, que até à data era prescindível. Como o secador de mãos estava e continua a estar nos espaços públicos restrito, para o equipamento continuar a manter as 3 funções, porque o conceito é esse, criamos outros equipamentos onde o saída do secador de mãos é substituído pela saída do desinfectante para colmatar as necessidades existentes.

É objetivo da empresa ser uma referência nacional na maquinagem de precisão. É um processo ainda em curso?

Sim, claro. A maquinação continua a ser o nosso foco, até porque todas as peças do interior dos equipamentos são maquinadas internamente na empresa.

A estratégia de crescimento tem reflexos na internacionalização?

“Inicialmente o nosso objectivo era mesmo a internacionalização, e quando a situação voltar a um ritmo quase normal, voltaremos “à carga para o mercado externo”, mas enquanto isso estamos apostar no que é nosso e dar oportunidade dos portugueses usufruirem algo desenvolvido por nós e para nós. É algo que me orgulho referenciar nos nossos produtos: “Made in Portugal”.

PROTECTGROUP

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